Todas
as pessoas, ou pelo menos uma grande parte delas gosta de assistir a programas
televisivos com frequência variável. Enquanto isto, surge a questão: “Será que
os mídia têm boa utilidade na
sociedade, ou estarão este apenas a influenciar o pensamento do
telespectador?”.
Desde
o tempo em que o rádio foi disponibilizado ao público em geral, os meios de comunicação têm sido a melhor
forma de passar informação, sendo este um dos melhores métodos de difusão de
ideias, pelo que permite a propagação de novos estilos literários, musicais,
entre outros, por diversos países, mais ou menos desenvolvidos, permitindo uma
constante actualização do “status” do mundo.
Outro
dos benefícios associados aos mídia consiste
no interesse que estes instigam numa pessoa. Desde esta súbita forma de
transferência de informação, nota-se uma subida brusca do interesse que leigos
manifestam sobre assuntos como política, economia, ciências, etc. Este aumento
de interesse associado a um posterior momento de reflexão, sendo que este é um
dos factores principais à melhoria de algo, na minha opinião, pode vir a
alterar situações menos ajustadas à actual vivência, melhorando-as.
Apesar
de poder incitar muitas mentes a preocupar-se com assuntos de tal importância,
os meios de comunicação social são capazes de influenciar mentes mais
vulneráveis, podendo, através de processos de persuasão, mudar facilmente
ideias de leigos menos preparados, ou mesmo incentivar à aquisição de um produto,
utilizando esquemas como a publicidade enganosa, o que é nitidamente observável
na época natalícia, em que anúncios e propaganda coloridas atraem crianças, que
por sua vez induzem os parentes a comprar através de métodos como a chantagem
emocional., exemplificando.
Assim
concluo que apesar de todos os malefícios referidos, os mídia são cada vez mais necessários na sociedade actual, uma
sociedade inconstante, consumista e em desenvolvimento.
Apelo
ainda aos leitores que usufruam dos serviços prestados por intermediário dos
meios de comunicação social, mas que se esforcem por ser selectivos e o mais
críticos possível quanto ao que lhes é transmitido, pois só assim se consegue
retirar o ouro desse gigante maciço rochoso que é a informação.
Fábio Sabino T. Martins
19/07/2012
Nota: Escrevo com antigo
acordo ortográfico como forma de protesto contra a mudança